Pêssanka – Artesanato Ucraniano, Brasileiro, Catarinense – cartaz e folder

Material de apoio já encaminhado para a gráfica, logo serão divilgadas as datas das oficinas.

Cartaz - Pêssanka
Folder - capa e contra capa
Folder lado interno

Vilson José Kotviski – vilson@pessanka.com.br

O Festival Nacional de Danças Ucranianas: uma análise necessária (ou desnecessária?)

O Festival Nacional de Danças é sem dúvida o grande momento da comunidade ucraniana no Brasil, onde cultura é demonstrada de forma muito bela através da dança folclórica. Desde que a idéia de reunir os grupos foi lançada pela AJUB – Associação da Juventude Ucraíno-Brasileira, na época sediada em União da Vitória-PR, já aconteceram 16 edições. Até a oitava edição, o evento se chamava “Festival de Hopak”, mas acabou saturando, pelo fato de todos os grupos apresentarem o mesmo estilo de dança. Então a partir da nona edição, foi colocada como regra que somente o grupo sede poderia apresentar o previt e o hopak, e os demais grupos deveriam apresentar números distintos, explorando toda a riqueza das regiões e do folclore ucraniano. Essa mudança foi para o bem! Muitos grupos evoluíram com isso, passaram a pesquisar mais, desenvolver novos trajes e coreografias, tudo isso enriqueceu muito o evento. Agora após mais oito anos, precisamos de um novo combustível para o festival. Nas conversas de bastidores percebemos uma certa insatisfação entre os dirigentes, e que precisamos de mudanças.

Vamos analisar primeiro o Festival em Maringá. Acredito que a comunidade local se esforçou ao máximo, fez o que pode e é louvável a coragem de assumir o evento. Porém precisamos ser críticos e procurar melhorar os pontos negativos. Por exemplo, os alojamentos não estavam em condições adequadas, com salas sujas, chuveiros insuficientes, falta de papel nos banheiros, e principalmente falta de um responsável do evento para dar assistência aos grupos no alojamento. Outro ponto crítico que deve ter uma atenção especial é em relação aos discursos. Se forem imprescindíveis, que estes sejam breves. Também é inaceitável permitir discursos após o evento ter iniciado, pois o que ocorreu em Maringá foi um balde de água fria no público e nos próximos grupos a se apresentarem. Também realizar intervalo no meio do evento é desnecessário, pois já tradicionalmente a duração é longa, sendo necessário agilizar as coisas. Algumas decisões acabam afetando muito as coisas, o fato dos dirigentes comparecerem e não ser realizada a reunião no horário previsto acabou de forma desastrosa. Havia muita coisa a ser dita, a maioria do pessoal estava ávido por colocar seus pontos de vista na reunião, mas por fim a mesma nem chegou a acontecer. O Barvinok já tinha confirmado anteriormente para o festival do ano que vem e o festival de 2011 já tem pretendentes, mas isso só será definido para frente.

Esses são fatos específicos do último festival, que no geral foi um bom evento, a estrutura do teatro foi fantástica e a primeira participação de um grupo vindo diretamente da Ucrânia abrilhantou muito o espetáculo! Os grupos onde se esperam bons números cumpriram seu papel! O grupo estreante foi bem, mas teve grupo muito desorientado também. Todos são amadores, mas devem ter o máximo cuidado para fazer o melhor possível, ninguém sabe tudo, mas tem muita gente disposta a ajudar. O Verkovena é um belo exemplo de boa vontade em pesquisar, solicitar apoio e apresentar ótimos resultados em pouco tempo de vida.

Agora voltando a analise geral dos Festivais, considero que precisamos implantar algo novo, que traga mais ânimo para os grupos se esforçarem para o evento, que como todos sabem custa caro aos caixas das entidades. Colocando uma sugestão de um festival competitivo, mas analisando a fundo, acredito que seria um tipo no pé, mas podemos pensar em uma avaliação de cada grupo, onde ninguém sai vencedor mas que leva para casa sugestões para melhorar e desenvolver. Poderia ser composto um júri específico para colocar observações para os grupos, composto de pessoas com conhecimento de dança, de arte, de cultura e especificamente de folclore ucraniano. Participei de um evento de dança como jurado e achei muito interessante a idéia! Fica como sugestão para o próximo organizador e também para a AJUB , que sempre foi a entidade de referência dos festivais. A organização de uma entidade para organizar os festivais, não aconteceu… talvez para frente possa vir a existir independente ou mesmo integrando e fortalecendo a AJUB. Minha opinião é de que devemos nos preocupar com o Festival e procurar melhorar a cada ano. Quem acha que está tudo bem, que acha desnecessário analisar este que é o mais belo evento da nossa comunidade, que fique omisso (como sempre).

Vilson José Kotviski – vilson@pessanka.com.br

Presidente Folclore Ucraniano Kalena/Clube Ucraniano, Diretor Associação dos Amigos da Praça da Ucrânia, Diretor Cultural Comissão Administrativa Paróquia São Basílio Magno, 4º Vice-presidente Representação Central Ucraniano-Brasileira

A tradição e os costumes do Natal entre os ucranianos

O Natal é um acontecimento todo especial para a humanidade, sendo a época da renovação das forças espirituais, que o Criador nos emite a cada ano. E neste momento especial devemos abrir nossos corações para auferir desta dádiva, que vem nos dar novo ânimo para a caminhada, uma certeza de que não estamos sozinhos, pois Deus está conosco.

Desde tempos remotos, muito antes do nascimento de Cristo, os povos comemoravam a época de Natal, preparando mesas fartas com o que de melhor produziam, como forma de oferenda ao Criador que os permitiu que colhessem os belos frutos do trabalho. As pessoas tinham consciência da renovação da força de Deus sobre a terra e que desta forma seriam agraciados novamente com a renovada força que vinha do alto.

Com o tempo, infelizmente muito foi se apagando e com o nascimento do Filho de Deus, o povo passou a recuperar a época das vivências da renovação da criação, agora simbolizada pela chegada do próprio Senhor entre os homens.

Entre os ucranianos o Natal é rico em manifestações de cunho espiritual, sendo um momento de muita cultura e beleza. Na véspera, inicia-se um ritual de renovação nos lares, onde é realizada uma grande limpeza de todos os ambientes, para a chegada do momento sagrado. Em alguns lugares, a pessoa mais velha da família percorre todas as dependências da propriedade (deste a casa até os estábulos), levando junto o pão e o sal, rezando e benzendo com água benta para eliminar todas as impurezas que porventura estejam impregnadas nos ambientes.

Antes da primeira estrela surgir no firmamento, é trazido para o lar o “didúh” (feixe de trigo), como símbolo do agradecimento pelos alimentos e pedindo que tenhamos força para trabalhar e continuar produzindo aquilo que necessitamos para a nossa subsistência. O “diduh” é colocado em local de destaque, simbolizando também os entes falecidos. Logo também é trazido o feno e colocado sob a toalha da mesa, como recordação de que Cristo nasceu em uma humilde manjedoura e que nós também temos de ter a humildade para viver em conforme as Leis de Deus.

Quando surge a primeira estrela no céu, simbolizando a Estrela de Belém, chegou o momento de todos se reunirem em torno da mesa e participar do Schiatei Vétcher (Santa Ceia). São entoadas as kólhadas (cantos natalinos) e cada pessoa prova das doze iguarias típicas, que sibolizam os doze meses do ano e também os apóstolos de Jesus. Após a ceia, alguém leva um pouco de cada alimento aos animais da casa, pois eles também são criaturas de Deus e devem tomar parte desse acontecimento. E enfim todos vão à igreja, mas a mesa continua posta, pois acredita-se que nesta noite os mortos da família vêm se servir, fazendo também a sua ceia especial de Natal.

Na igreja continuam a ser entoadas as kólhadas, especialmente a linda melodia Bóh Previtchenei (Saudemos o Senhor), e o cumprimento entre as pessoas passa a ser: Hrestoc Rochdaytcha! (Cristo Nasceu) e responde-se Slavimo Ioho! (Glórifiquemos à Ele).

Posteriormente à celebração são formados grupos de cantores que vão em todas as casas dos membros da comunidade entoar as kólhadas anunciando a chegada do Cristo Salvador, esta tradição dos kolhadneks é abrilhantada pelo Vertép espécie de teatrinho ambulante, onde os cantores vestem os trajes típicos ucranianos e levam a representação da Estrela de Belém para anunciar a boa notícia à todos.

Dentre os povos, sempre existiram muitos costumes natalinos, mas hoje vemos que muito se perdeu, ficando o Natal desprovido do seu sentido original, ou seja, é evidenciado o comércio, e o triste e patético personagem fictício, que somente serve para desviar a atenção do acontecimento espiritual. Seria bom se as pessoas abrissem seus espíritos e voltassem a atenção para o verdadeiro sentido do Natal, intuindo seu valor e transmitindo aos filhos a alegria de estar em sintonia com o Criador, que em um ato de amor pela humanidade, mandou seu filho para anunciar a sua Palavra.

Vilson José Kotviski – vilson@pessanka.com.br

Mensagem de Fim de Ano da Representação Central Ucraniano-Brasileira – resumo de atividades

A toda a comunidade ucraniana.
 
Neste ano de 2009 fomos prestigiados com a presença, no mês de Janeiro,  em nosso VII Congresso, do Presidente Congesso Mundial do Congresso dos Ucriaanos Eugen Cholij, do Senador Alvaro Dias, do Deputado Feral Angelo Vanhoni e dos Deputados Estaduais Felipe Lucas, Pedro Ivo Ilkiv e Pericles Holeben de Mello. Estiveram presentes no IV Encontro Sul Americano numerosa delegação da comunidade ucraniana da Argentina liderada por Eugenio Juswa e representante da comunidade ucraniana do Paraaguai.
 
Nos visitou no mês de abril o Ministro da Cultura do Brasil Juca Ferreira nas cidades de Mallet, Irati e Prudentópolis dizendo a todos que devemos preservar nos tradições e costumes porque essa é também uma riqueza do Brasil.
 
No mês de Dezembro o Presidente da Ucrânia Victor Yushchenko e o presidente da Republica Federativa do Brail Luiz Inácio Lula da Silva assinaram declaração oficial entre os dois países onde ficou estabelecido:   
27. Ao recordar o elo humano da imigração que une os dois países, os dois Presidentes expressaram seu apoio às atividades da comunidade ucraniana no Brasil e da comunidade brasileira na Ucrânia como importante forma de preservação e enriquecimento da cultura e das tradições de ambos os países e do caráter multinacional das sociedades brasileira e ucraniana. Reafirmaram seu apoio às comemorações, em 2011, num e noutro país, dos 120 anos da imigração ucraniana para o Brasi
 
Entre os dias 9 e 19 de Dezembro tivemos a visista do Ministro da Cultura e Turismo da Ucrânia Vasyl Vovkun, acompanhado do grupo Folcórico Procuttia, visitando a comunidade ucraniana em Curitiba, Irati, Prudentópolis, Maringá, Foz do Iguaçu e Paranaguá.
 
Inauguramos o monumento do Holodomor dia 11 de Dezembro junto ao Memorial Ucrraniano de Curitiba.
 
Esperamos contar com as energias de todos em 2010 para celebrarmos com gala o 120º aniversário da imigração ucraniana para o Brasil em 2.011.
 
Feliz Natal e Próspero Ano Novo.
 
Vitório Sorotiuk
Presidente da Representação Central Ucraniano Brasileira.
www.rcub.com.br

Cantor Victor Morozov e Paulo Coelho – vestindo camisa bordada ucraniana

Pesquisando alguns sites de músicas ucranianas natalinas (kólhadas), encontrei o site do cantor ucraniano Victor Morozov, que inclusive já esteve no Brasil, pelo que diz no site.

E ainda encontrei uma interessante fotografia dele com o escritor brasileiro Paulo Coelho, vestindo uma camisa bordada. O escritor é conhecido no mundo inteiro e deve ter agradado o pessoal por lá!

Vistem o site do  cantor: http://www.victormorozov.com, dá para baixar algumas músicas.

Vilson José Kotviski – vilson@pessanka.com.br

Visita ao Brasil do Ministro da Cultura da Ucrânia Sr. Vasyl Vovkun

O ministro de Cultura e Turismo da Ucrânia, Vasyl Vovkun, visitou Itaipu na manhã desta segunda-feira (14). Ele e sua comitiva foram recebidos pelo engenheiro paraguaio Pedro Chudyk Lylyk (AS.TD), no Centro de Recepção de Visitantes (CRV). Descendente de ucranianos, Lylyk exercitou o idioma de seus ancestrais mostrando a binacional ao ministro e à delegação que o acompanhava. Entre eles, Yurij Savchuk, seu assessor, Larysa Myronenko, cônsul da Ucrânia no Paraná, e Vitório Sorotiuk, presidente da Representação Central Ucraniano Brasileira.

O ministro veio ao Brasil em visita oficial, por recomendação do presidente ucraniano, Victor Yushchenko, que se encontrou

com o presidente Lula em Kiev, no começo de dezembro. Os dois líderes assinaram acordos nas áreas de economia, cultura e turismo.

Entre eles, um que prevê a eliminação de vistos para facilitar o intercâmbio entre os dois países e outro que estabelece voos diretos entre Rio de Janeiro e Kiev.

       
Durante duas semanas, a missão de Vovkun é conhecer melhor o Brasil, sobretudo os locais onde a herança da cultura ucraniana é mais forte.

Desde a semana passada o ministro cumpre intensa agenda no Paraná, que concentra a maior colônia da Ucrânia no País. Antes de chegar

a Foz do Iguaçu, ele passou por Curitiba, Prudentópolis e Maringá.

Fonte: Representação Central Ucraniano Brasileira www.rcub.com.br

Maringá recebe, pela primeira vez, Festival Nacional de Danças Ucranianas

Maringá recebe, pela primeira vez, Festival Nacional de Danças Ucranianas
Realizado sábado, evento terá 13 grupos do Brasil e um da Ucrânia

Fábio Massalli
massalli@odiariomaringa.com.br

Divulgação: Companhia de Dança Verkovena, de Maringá, que traz o festival para a cidade: “atingimos a maioridade”

Na noite de sábado (12), no palco do Teatro Calil Haddad, os maringaenses da Companhia de Dança Ucraniana Verkovena vão saudar, através da dança folclórica “Previt”, a todos os presentes com o pão e o sal, símbolos da amizade, riqueza e fertilidade na Ucrânia. No país do leste europeu, o pão e o sal também representam a vida e o sabor de viver.

A saudação em forma de dança do grupo maringaense não será dirigida somente aos espectadores do teatro, mas também aos outros 12 grupos brasileiros e à companhia de dança ucraniana que participam do 16º Festival Nacional de Danças Ucranianas. A mostra será aberta pelo Verkovena, no sábado. Alguns dos grupos brasileiros que vão se apresentar em Maringá existem há mais de 50 anos.

O evento, anual e itinerante, é realizado pela primeira vez na cidade. “A cada ano, o festival é feito em uma cidade diferente, e sempre acontecia no sul do Paraná ou em Curitiba, onde a imigração ucraniana foi mais forte”, conta o presidente do grupo Verkovena, Aurélio Mazur. “Esta é a primeira vez que acontece no Norte do Paraná.” A escolha do novo local é feita pelos diretores do grupo, ao final de cada edição. Segundo Mazur, eles escolheram Maringá porque queriam ver o festival acontecer em lugares diferentes .

Essa também será a primeira vez que o festival recebe um grupo internacional. Através de um contato realizado com o Consulado da Ucrânia e com o presidente da Representação Central Ucraniano-Brasileira, Vitorio Sorotiuk, o evento em Maringá terá a participação do grupo Pokutia, da cidade de Kolomya, na Ucrânia.

O festival terá também a participação do Ministro da Cultura da Ucrânia, Vasil Vovkun; do embaixador da Ucrânia no Brasil, Volodemyr Lakomov e da consulesa ucraniana no Paraná, Larysa Myronenko.“Para o Verkovena, realizar esse festival é algo histórico, pois com ele atingimos a nossa maioridade”, diz Mazur. “Somos um grupo de estrutura que já sediou um festival.”

A dança
Mazur explicou que a dança folclórica ucraniana é um estilo empolgante, com passos bem enérgicos e que contagia quem assiste às apresentações. “Os ritmos são bem animados”, garante. Tradicionalmente, quem sedia o evento apresenta duas danças: o “Previt”, a dança da saudação em que são usados seis trajes de regiões diferentes da Ucrânia, e o “Hopak”, a dança mais tradicional da Ucrânia e que é apresentada em praticamente todas as festas.

Os outros grupos brasileiros apresentarão, cada um, uma coreografia que comemoram, entre outros temas, a colheita, as estações do ano e casamentos. O Pokutia, da Ucrânia, também vai apresentar duas coreografias. O grupo estrangeiro será o único que terá música ao vivo. Eles vêm com 12 dançarinos e seis músicos.

Para ver
16º Festival Nacional de Danças Ucranianas. Sábado, às 20 horas, no Teatro Calil Haddad. Ingressos a R$ 30 e R$ 15 (meia), à venda na bilheteria do teatro.

Mais uma Igreja Ucraniana de Madeira é Demolida

Não é agradável publicar um artigo com este conteúdo, mas é necessário. A Paróquia Ordodoxa da Dormição da Mãe de Deus, localizada na Colônia Xaxim Jangada, interior de Porto União-SC já não existe como está na fotografia ao lado, tirada em junho de 2007.

O templo em madeira, inaugurado em 1928 carecia de manutenção, assim como as outras tantas igrejas ucranianas que ainda restam no Brasil, e a comunidade simplesmente resolveu demolir a igreja para construir outra no mesmo local e com as mesmas características. Assim aconteceu com a igreja ucraniana de Nova Galícia, também em Porto União: era para ser tudo igual, mas é só fazer uma visita e ver a arquitetura em alvenaria, de gosto duvidoso, que substitui aquela que hoje seria uma das poucas igrejas centenárias em madeira, marco histórico da comunidade e ponto turístico do município.

Vamos ver o que realmente será construído no local da antiga igrejinha do Xaxim-Jangada, pude ver parte da estrutura da cúpula, o que de certa forma é um alívio, pois uma característica de igreja ucraniana será mantida.

Que as recentes publicações das Casas Eslavo-Paranaenses e das Igrejas Ucranianas – Arquitetura da Imigração no Paraná contribuam para a conscientização das comunidades. Não podemos deixar que nossa história se perca.

Reforma da Igreja São Miguel Arcanjo na Serra do Tigre – Mallet-PR

Em abril de 2009 foi realizado um memorável evento na Serra do Tigre, com a presença do Ministro da Cultura Juca Ferreira. Era o lançamento dos investimentos para o restauro deste importante símbolo da cultura ucraniana no Brasil

Foi feito um grande agito, pois realmente os recursos são consideráveis (mais de um milhão de reais), porém até agora não vi nada publicado sobre o que está sendo feito.

Pois estes dias passando por Mallet, resolvi subir até a igreja para ver como está, e encontrei somente tapumes ao redor da igreja, o que pode ser observado no detalhe da foto abaixo. Andei por volta, e um local próximo ao salão de festas tem uma passagem, mas mesmo assim não deu para ver nada. Imaginei que os trabalhos devem ser internos primeiro, e parece que é isso mesmo que está acontecendo. A única novidade por lá é a realização do Congresso da Juventude Ucraíno-Brasilera em fevereiro de 2010.

Vilson José Kotviski

vilson@pessanka.com.br

www.pessanka.com.br

Construída em 1903, sob orientação do Padre Nikon Rozdolskey, a Igreja de São Miguel Arcanjo, localizada na Colônia Serra do Tigre (Município de Mallet-PR), é um dos grandes orgulhos da Comunidade Ucraniana, sendo o marco mais antigo da presença dos ucranianos no Brasil.